Besta por Isadora M. Stigliano
Existem poucos desejos tão universais como o de ser amado pelo que se é. Muitas vezes, achamos que se mostrarmos ao outro nosso “verdadeiro eu”, sua reação será de desgosto e desprezo, levando ao fim da relação que existia ali. No entanto, geralmente não é assim que acontece; damos pouco crédito à quanto os outros podem ser perceptíveis sobre quem nós somos e temos pouca noção de como podemos ser amáveis. Esta primeira zine foi uma tentativa de explorar esse sentimento: aceitar o outro como ele é, mesmo que seja diferente do seu primeiro olhar.